Interdita festa clandestina em Manaus com adolescentes bebendo

Divulgação/SSP-AM
A fiscalização revela a necessidade urgente de proteger nossos jovens
Recentemente, uma operação da Central Integrada de Fiscalização (CIF) em Manaus resultou na interdição de um bar localizado no bairro Cidade Nova, onde adolescentes estavam consumindo bebidas alcoólicas. Essa ação não apenas destaca o descumprimento das leis, mas também a vulnerabilidade que nossos jovens enfrentam em ambientes inadequados para a sua idade.
Durante a operação, realizada na noite de sexta-feira (20) e na madrugada de sábado (21), outros quatro estabelecimentos também foram autuados. Ao observar a presença de menores, os agentes do Juizado da Infância e da Juventude Infracional (JIJI) convocaram os responsáveis do bar a assinar um termo de autuação, dando início a um processo de apuração sobre as infrações cometidas em violação ao Estatuto da Criança e Adolescente (ECA).
A interdição do bar foi motivada, além da desobediência ao ECA, por diversas irregularidades, como a falta de licença municipal para funcionamento do sistema sonoro. O Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM) também atuou, exigindo a regularização necessária.
A Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), que coordenou a fiscalização, não revelou se houve apreensão de adolescentes ou quais medidas foram tomadas em relação ao grupo encontrado no local. Essa falta de informação levanta questionamentos sobre a proteção e os direitos dos menores envolvidos.
Além da interdição, outros três bares na Cidade Nova receberam auto de infração, e em alguns casos, o fornecimento de energia elétrica foi cortado. Uma adega no bairro Novo Aleixo também teve sua operação suspensa pela falta do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).
A interdição do bar em Manaus é um alerta sobre a responsabilidade coletiva em proteger nossas crianças e adolescentes de ambientes prejudiciais e potencialmente perigosos. Enquanto a fiscalização avança, é fundamental que a sociedade se una em torno da causa, exigindo a implementação e respeito às leis que garantem a segurança e bem-estar juvenil.



