CBF Pede que Yan Couto Mude Visual e Abandone Cabelo Rosa
Lateral Yan Couto, convocado para a Copa América, acata recomendação da CBF e abandona visual com cabelo rosa durante jogos da seleção brasileira

CBF faz pedido inusitado sobre o visual do jogador Destaque do Girona nesta temporada, Yan Couto, lateral que pertence ao Manchester City e está emprestado para a equipe espanhola, chamou bastante atenção com seu desempenho em campo.
Por Redação g1 | 14/06/2024 10h00 | Atualizado há 2 horas
Yan Couto, lateral-direito do Girona, que está emprestado pelo Manchester City, destacou-se nesta temporada pelo seu desempenho em campo e também pelo seu visual chamativo, com cabelo rosa. Com o bom futebol apresentado, o técnico Dorival Jr convocou o jogador para a disputa da Copa América e para os amistosos preparatórios da seleção brasileira contra México e Estados Unidos.
Cabelo barrado Além do talento com a bola, Yan Couto se destaca visualmente pelo cabelo rosa. Porém, segundo matéria divulgada pelo portal UOL, o lateral revelou que a CBF recomendou que ele não jogasse com o cabelo rosa pela seleção brasileira.
“Foi um pedido, basicamente. Falaram que o rosa é meio ‘vacilão’ assim. Eu não acho, mas vou respeitar, né. Me pediram, vou fazer”, afirmou o lateral-direito de 22 anos.
A declaração foi dada para a colunista do UOL Yara Fantoni, mas o atleta não detalhou se o pedido partiu diretamente da entidade ou de algum integrante específico.
Nos amistosos preparatórios para a Copa América contra México e EUA, Yan Couto respeitou a recomendação e não estava com o cabelo rosa, como costuma usar normalmente.
Ainda segundo o UOL, o portal tentou entrar em contato com a CBF para comentar o caso, mas a entidade optou por não se manifestar sobre o assunto.
O que dizem os fanáticos A recomendação da CBF para que Yan Couto não use cabelo rosa pela seleção brasileira gerou discussões entre os fãs de futebol. Alguns acreditam que a entidade deveria focar mais no desempenho em campo do que no visual dos jogadores, enquanto outros entendem a decisão como uma questão de disciplina e imagem institucional.



